Guia completo, por uma especialista certificada pela SBD
A cirurgia micrográfica de Mohs é a técnica de maior precisão para tratar os tipos mais comuns de câncer de pele. Nesta página, a Dra. Carolina Inka explica com calma o que é, quando é indicada, como funciona e o que esperar da recuperação.
Atendimento particular e Unimed · Setor Sul, Goiânia
A cirurgia de Mohs é uma técnica para remover o câncer de pele em que 100% das bordas do tumor são examinadas no microscópio durante a própria cirurgia. O cirurgião retira o tumor, processa e analisa o tecido na hora, e só encerra a remoção quando não resta nenhuma célula tumoral nas margens.
Na cirurgia convencional, o tumor é retirado com uma margem de segurança padrão e o material segue para análise, com o resultado saindo dias depois. Na técnica de Mohs, essa conferência acontece em tempo real. Isso traz duas vantagens ao mesmo tempo: maior certeza de que o tumor saiu por inteiro e o menor sacrifício possível de pele saudável, porque a margem retirada é apenas a necessária.
No rosto, no nariz, nas pálpebras e nas orelhas, cada milímetro de pele preservada faz diferença no resultado final. É por isso que a técnica é considerada padrão-ouro para tumores nessas regiões.
A indicação é avaliada caso a caso, mas a literatura médica e as sociedades de dermatologia recomendam a técnica principalmente para:
Nem todo câncer de pele precisa de Mohs. Parte do trabalho da Dra. Carolina é justamente explicar por que a técnica é (ou não é) a melhor escolha para o seu caso. Esse planejamento honesto faz parte da consulta.
Todo o processo acontece em ambiente ambulatorial. Na grande maioria dos casos você chega e vai embora no mesmo dia, sem internação.
A cirurgia micrográfica de Mohs apresenta os maiores índices de controle do câncer de pele descritos na literatura médica. Estudos internacionais relatam taxas de cura em torno de 99% para carcinomas basocelulares primários (operados pela primeira vez) e acima de 90% para tumores recorrentes, números superiores aos das demais técnicas nesses cenários.
Isso acontece porque a análise completa das margens durante a cirurgia elimina o principal motivo de recidiva: células tumorais que ficam para trás sem serem vistas.
Importante: esses são dados de estudos científicos, não uma promessa de resultado. Cada caso tem suas particularidades, e o seguimento com a médica após a cirurgia continua sendo essencial. Pacientes que já tiveram um câncer de pele têm mais chance de desenvolver novas lesões ao longo da vida, e o acompanhamento periódico é parte do cuidado.
A cirurgia de Mohs exige uma formação específica: o mesmo profissional atua como cirurgião e como responsável pela leitura das lâminas no microscópio. No Brasil, a certificação em Cirurgia Micrográfica de Mohs é concedida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) a dermatologistas com treinamento formal na técnica.
A Dra. Carolina Inka é especialista em Cirurgia Micrográfica de Mohs pela SBD, com residência em Dermatologia e fellow em Cirurgia Dermatológica pelo Hospital das Clínicas da UFG, além dos títulos da SBD e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É uma formação que poucos cirurgiões em Goiás possuem.
No consultório, isso se traduz em um cuidado contínuo: a médica que examina sua lesão é a mesma que opera, reconstrói e acompanha sua recuperação.
Recebeu um diagnóstico de câncer de pele? Traga seu exame para uma conversa com calma. Você sai da consulta entendendo o seu caso e o porquê do tratamento indicado.
Agendar consulta pelo WhatsAppA Dra. Carolina Inka é cirurgiã dermatológica em Goiânia com certificação em Cirurgia Micrográfica de Mohs pela SBD, uma formação que poucos cirurgiões em Goiás possuem. O consultório fica no Setor Sul, com atendimento particular e Unimed.
A cirurgia é feita com anestesia local, então a região operada fica adormecida durante todo o procedimento. O que os pacientes mais relatam é o tempo de espera entre as etapas de análise do tecido, e não dor.
Depende de quantas etapas forem necessárias para alcançar margens livres. A maioria dos casos se resolve em uma manhã ou uma tarde. Vale reservar o dia e levar um livro ou fone de ouvido para os intervalos.
Na grande maioria dos casos, não. O procedimento é ambulatorial, com anestesia local, e você vai para casa no mesmo dia com os curativos e as orientações.
Toda cirurgia deixa alguma cicatriz. A vantagem da técnica de Mohs é remover o mínimo possível de pele saudável, o que resulta em feridas menores e reconstruções mais delicadas. A reconstrução é planejada caso a caso.
A técnica é padrão-ouro principalmente para carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular em áreas nobres. O melanoma costuma seguir outra estratégia cirúrgica. Cada caso é avaliado individualmente em consulta.
A cobertura depende do plano e da indicação de cada caso. A equipe orienta sobre convênio e valores pelo WhatsApp antes de qualquer decisão.
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